A Indústria Naval brasileira caminha para se tornar uma das mais importantes do mundo, aumentando a
competitividade do País e gerando emprego no mercado interno. Não é justo que o Brasil importe navios
ou realize afretamentos de navios de bandeira estrangeira. É melhor investir o dinheiro no Brasil, gerar
emprego para os brasileiros, praticar a política correta de distribuição de renda e fazer com que a
engenharia brasileira se desenvolva, capacitando nossa gente para competir no mercado internacional.
As realizações da Indústria Naval, em nosso governo, estão expressas em obras e contratos assinados.
Durante esse período, cinco plataformas de produção de petróleo encomendadas pela PETROBRAS
ficaram prontas (P-43, P-48, P-50, P-52 e P-54). Em breve outras plataformas estarão concluídas (P-51,
P-53, P-55, P-56 e P-57). Todas construídas no Brasil, com forte conteúdo nacional. O País volta a
construir navios petroleiros, o que não fazia há mais de dez anos. Os contratos da TRANSPETRO deram
início à produção de 26 navios petroleiros em estaleiros brasileiros. Outros ainda serão necessários.
Meu compromisso é com a geração de empregos no Brasil. O investimento na Indústria Naval dinamiza a
economia regional e qualifica o trabalhador. A formação de trabalhadores altamente qualificados é um
dos benefícios que a expansão da Indústria Naval está produzindo. É por meio da melhoria da
qualificação profissional que vamos nos tornar competitivos em diversos setores, inclusive na produção
de navios. Eu acredito no talento e na dedicação da nossa gente.
Fonte: Agência Brasil – Programa “Café com o Presidente” – 09/04/2007 |